Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

"Democracia de Afectos"

Há tanto tempo que nada aqui se escrevia! Já tinha saudades! As nossas vidas às vezes são complicadas, às vezes não temos tempo, não temos inspiração, mas sobretudo, às vezes não temos paciência!!!

Comecei a pensar neste meu desleixo...e resolvi deixa-lo para trás! Afinal ainda há tanto para dizer (que é como quem diz postar)!

Não tenho nada em concreto para vos dizer... Há tantos assuntos que fervilham na minha cabeça! Basta olhar para o actual panorama nacional e ver daquilo que estou a falar: o referendo do aborto ou, ainda, a triste luta por uma inocente menina... Há tanta coisa por dizer! 

Acho que me enganei quando disse que não tinha nada de concreto para vos dizer... afinal até tenho... falem! escrevam! Nunca deixar de dizer ao mundo aquilo que sentimos e pensamos, mais do que um direito, é um dever! No fundo, é anunciarmos a Boa Nova e dizer aos outros que precisamos de uma "Democracia de Afectos"! 

publicado por permanece às 13:42
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5 comentários:
De Sara * a 23 de Janeiro de 2007 às 19:16
"Abortar por opção quando já bate um coração?" Foi a mensagem que vi num placard, quando fui a Lisboa. Tocou-me mesmo.
Beijinho *

P.s- Tou sem tempo =/ Prometo K ainda passo por aKi para escrever qq coisa *
De diana a 24 de Janeiro de 2007 às 21:21
Abortar so porque n apetece ter um filho agora?
Estou contra isso. O novo ser n tem culpa de nada. Ninguem pode tirar a vida a outra pessoa, so Deus.
Beijos
De Nicole Codinha a 24 de Janeiro de 2007 às 21:32
Boa noite!

Esta questão do referendo do aborto está muito mal explicada e talvez por isso haja tanta gente com opiniões tão confusas.
No meu entender este referendo trata-se sim duma "LIBERALIZAÇÃO", apesar de estar rotulado com "DESPENALIZAÇÃO". A falta de informação fornecida a todos os cidadãos assusta-me. Eu mesma tenho alturas em que já não sei no que acreditar. Mas numa coisa posso garantir que acredito: na VIDA!
Eu acho que a nossa lei está muito bem com está: permite que a mãe aborte em caso de violação, mal formações do feto e perigo de vida da mãe, até as 10 semanas. Mas isto é um caso delicado que envolve várias questões éticas e que eu acho que pode e deve ser tema de discussão para todos.

E aqui dou destaque para um pedido do Papa João Paulo II:
“ (…) É urgente uma grande oração pela vida que atravesse o mundo inteiro. Com iniciativas extraordinárias e na oração habitual de cada comunidade cristã, de cada grupo ou associação, de cada família e do coração de cada crente eleve-se uma súplica veemente a Deus, Criador e amante da vida”

Rezemos todos pela vida, façamos com que as mulheres não abortem por caprichos ou por pressões sociais!

Abraços e Beijinhos
De Zed a 25 de Janeiro de 2007 às 00:11
Aí está uma questão com muito que se lhe diga.. Comecemos por desmistificar o sentido e significado de Despenalização, tendo em conta o actual referendo. Basicamente o que se pretende realmente não é de facto uma Despenalização mas sim uma Liberização e para todos os efeitos Irresponsabilização para quem efectua abortos.
A questão que se põe prende-se principalmente pelo saber geral, de que o aborto é de facto realizado sem escrúpulos por quem bem o entende e/ou julga que necessita. Acontece que a Constituição Portuguesa apenas permite o aborto em casos especiais já aqui abordados, daí que esta nova lei que poderá eventualmente surgir seria nada mais do que dar licensa legal quer às clínicas quer aos cidadãos para efectuarem o aborto sem qualquer problema, visto que actualmente quem abortar "só porque lhe apetece" está a cometer um acto ilegal e como tal incorre num possível processo judicial que provavelmente acabará em prisão e humilhação pública, já que os casos de aborto levados a tribunal são muito raros e têm geralmente, uma grande cobertura noticiosa.
Ora o que inocentemente se pretende com a despenalização será acabar com estes casos, contudo a possível lei acarreta muitas outras questões morais, éticas e legais.

Há uma outra questão que necessita obrigatoriamente de ser abordada que é, se o aborto de facto acontece todos os dias (ainda que em segredo) porque não torná-lo legal? O aborto acarreta risco de saúde para que o faz pois há muita coisa que pode correr mal sendo possível que acabe em morte. Quando isso acontece quem é que vamos responsabilizar? A clínica? A vítima? Ou será.... Exacto... Ninguém. Pois é. O lado positivo da despenalização será, a meu ver, que pelo menos (supostamente) haverá condições para efectuar o aborto em clínicas licensiadas sendo então os riscos minimizados e se algo efectivamente correr mal então (também supostamente) haverá algo que se possa fazer em relação a isso (espero eu).

Atiro agora a batata para vocês, Sim ou Não está nas vossas mãos (ou canetas, se e quando forem votar lolol )

Big up ..
De Susana a 25 de Janeiro de 2007 às 19:15
Como comentei no outro post , eu sou contra o aborto. Mas em certas situações , como por exemplo o feto não ter hipoteses de vida sou a favor. E além disso sou a favor da lesgização , pois se uma pessoa quer abortar não vai deixa-lo de fazer mesmo que seja contra a lei , pois vai sempre arranjar maneira de o fazer , e por isso acho que se as pessoas querem abortar pelo menos que seja em boas condições.
Bjx*******

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